Igreja da Misericórdia de Torres Novas

Venha de semana, peça que lhe abram a igreja, nos escritórios da Misericórdia ao lado do Templo. Aguarde que acendam as luzes do altar e da cimalha superior; observe o trabalho pétreo de Mateus Fernandes (IV) e seus pares. Encante-se com o trabalho do entalhador Manuel da Silva e depois deleite-se com o ritmo da abóbada de brutescos de Pedro de Sousa. Por fim, toque os azulejos de padrão das paredes, eles são a única pintura feita para ser tocada. De saída, dê um último olhar ao portal.
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PR
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Terça-feira, Dezembro 01, 2009
Da nossa janela vai ter a rua calcetada, mas com em tudo na vida, até nas pedras existem desalinhados…
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PR
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Sexta-feira, Novembro 27, 2009
e agora, vai lavar esses olhos, põe um sorriso na cara e pode ser que ninguém repare
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marteodora
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Quarta-feira, Novembro 25, 2009
cemitério na "cunha de Ypres", em memória do meu avô materno que de lá voltou
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PR
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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
Eu

TUDO o que está representado nesta imagem remete-me para a minha infância, na casa dos meus avós maternos.
descobri aqui
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marteodora
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Terça-feira, Novembro 17, 2009
Façam o favor de se servir.
Salmão gratinado com broa de milho esfarelada. A acompanhar, batatas douradas com azeite aromatizado e brócolos cozidos ao vapor (truque: na água da cozedura colocar um pequeno ramo de coentros). Tudo acolitado por um reserva, tinto, alentejano. Por aqui preferimos o tinto, mesmo quando acompanha peixe. Bom Apetite.
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PR
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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
da vaidade; da beleza; da perfeição; do desejo; do prazer
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marteodora
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
como a serra recorta o céu.. como sempre, danossajanela!
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PR
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
marteodora e pr; um ano a mostrar o que vemos, DA nossa JANELA
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marteodora
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Segunda-feira, Novembro 02, 2009
abertura exclusiva a elementos do sexo masculino ;)
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marteodora
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Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Núcleo epigráfico de Idanha-a-Velha, um espaço a visitar.
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PR
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Terça-feira, Outubro 27, 2009
Mas a outra sala, onde Nel estudava, com uma única janela para a rua, parecia-se com um pequeno palco de amadores, ou pelo menos ela assim gostava de pensar; como se ela fosse Ana Karenina, com o seu vestido escuro abotoado desde o pescoço com uma carreira de botõezinhos forrados, e Vronski fosse aparecer na porta de espelhos e lhe dissesse qualquer coisa donde partiriam ambos para o conflito dum despeitado amor.
Agustina Bessa-Luís, As Pessoas Felizes, Guimarães Editores, Lisboa, 2.ªedição, p. 52.
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marteodora
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Quinta-feira, Outubro 22, 2009
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