janelas

há pessoas fantásticas, não há?

Paula Lourenço foi minha professora há mais ou menos 15 anos. Em duas disciplinas.
Das melhores, das que mais me marcaram e com as quais mais aprendi na faculdade/FLUL, diga-se em abono da verdade (a par de, mais três ou quatro exemplos, António Guerra, António Ventura, António Cordeiro Lopes e Ana Leal de Faria).
Foi por causa dela é que, muito provavelmente, não me perdi na imensidão da História; ganhando-lhe o gosto. A investigação, os pergaminhos, os papéis e os microfilmes.
Ah, e aquela coisa a que chamam Paleografia...e a que eu chamo jogo de adivinhar o que os outros, lá atrás, escreveram...e que nos deixa assim um bichinho cá dentro, que nunca mais nos larga!

Por essa razão (que é uma das muitas que poderia citar a propósito da Professora, Paula Lourenço), e porque foi um prazer enorme revê-la e conversar com ela, no Sábado, a propósito de mais uma edição do munícipio de Torres Novas, aqui fica o meu contributo para as suas "Amantes" que, ainda, não li, mas que vou tentar ler em breve.

E, já agora, a fotografia da capa do livro que apresentou.


Junho em tons de cinza


"my body is a cage..."


My body is a cage
that keeps me From dancing with the one I love But my mind holds the key
My body is a cage that keeps me From dancing with the one I love But my mind holds the key
I'm standing on a stage Of fear and self-doubtIt's a hollow play But they'll clap anyway My body is a cage that keeps me From dancing with the one I love But my mind holds the key
You're standing next to me
My mind holds the key
I'm living in an age That calls darkness light Though my language is deadStill the shapes fill my head
I'm living in an age Whose name I don't know Though the fear keeps me moving
Still my heart beats so slow
My body is a cage that keeps me From dancing with the one I love But my mind holds the key
You're standing next to me
My mind holds the key
My body is aMy body is a cage
We take what we're given
Just because you've forgotten That don't mean you're forgiven
I'm living in an ageThat screams my name at night
But when I get to the doorway There's no one in sight
My body is a cage that keeps me From dancing with the one I love But my mind holds the key
You're standing next to me
My mind holds the key
Set my spirit free
Set my spirit free
Set my body free


ARCADE FIRE

a lua da Marga - http://margabeat.blogspot.com/





also known as "The Twilight Zone", by JR



Não tinha escrito, mas isto é em Torre de Moncorvo.
Não me lembro é da invocação desta igreja :(
Obrigada JR, pela sugestão. Condiz, claro, e aproveitei a menção.

estas hormonas



Há dias assim, que, por muito Sol que faça e muita luz que haja, são tristes e cinzentos e nada, mesmo nada, nos consegue tirar a neura e aliviar o peso daquela angústia que se instala dentro de nós, sem percebermos bem porquê (quer dizer, tirando a parte de nos sair o €uromilhões, não é?).

para o meu filho



um mundo melhor

MARVÃO


porque eu mereço!


Esta fotografia foi tirada pelo Paulo há uns 3 anos mas não
é a original. Essa foi, posteriormente, editada por mim.

Durante a tarde de hoje, assistimos, estoicamente, à festa
de final de ano do nosso mais novo.
Ao abrir este blogue, agora que cheguei a casa, a única coisa
que me vinha à ideia era isto: praia, água, mar, areia, praia, ... ou seja
acho que já mereço isso.
E, portanto,postei a foto, porque, embora mereça (e tenho disso a
máxima das certezas) ainda tenho de aguentar umas semaninhas
deste calor de interior até lá chegar...se é que algum dia lá chego.

hoje no bairro, há arraial

Hoje, aqui no bairro, promovido por um restaurante da zona,
realizou-se um mini-arraial, que, a esta hora, ainda dura.
Uma ideia simpática, que teve a vantagem de juntar alguns vizinhos,
que raramente se cruzam ou conversam, num local onde,
a par da febra grelhada, da sardinha e da broa, ainda se trocaram,
tranquilamente, umas palavras animadas, fora dos rotineiros
"bom-dia, boa-tarde, como está?"

esta é a foto que representa o ruído que nos chega a casa :D


e esta é foto real, eh,eh,eh

feriados e tolerância, sentindo a falta das nossas voltinhas do "vá para fora cá dentro".











Ainda a res domestica



Numa das minhas pesquisas recentes, dei com isto e,

de repente, senti-me mais reconfortada!

“Sou casado, tenho duas filhas, ocupo parte do tempo

em tarefas alheias à literatura...

Todavia, esse mundo familiar e esse mundo das

lidas quotidianas que executo sem gosto, embora com

o brio de que sou capaz e que de mim exijo, não os

expulso do mundo da arte. Mesmo quando me desgasta

o penoso sentimento das energias e das horas

delapidadas, mesmo quando a família me dispersa

ou me absorve, não me alheio da evidência de

que tudo isso é vida autêntica,

matéria-prima da literatura.”


in Encontros com Fernando Namora (miscelânea de entrevistas conduzidas por jornalistas estrangeiros, em 1963,1964 e 1965…), editora NOVA CRÍTICA, Porto, 1979.



SE

Se eu pudesse
escrever só
para ti
(que é
um modo de dizer:
como a brisa passa
porque é brisa
como as águas
correm porque
são água
como a planta respira
e a fera mata)
se eu pudesse
escrever
sem endereços
sem sobrescritos
sem o medo
de ser lido
de ter escrito
seria a verdade
dos rios
seria a praia nocturna
a sós com o mar
seria o hábito
da boca desnuda
seria montanha
seria rio
seria mar
seria asa.

Seria eu.


Fernando Namora, Marketing

o meu olhar é nítido como um girassol









A Biblioteca, os alunos do 12.ºD da ESAG, os alunos dos
12.ºs AVA e AVB da ESML, os professores Manuel Filipe,
Graça Martins e José Manuel Ventura, assinalaram os
120 anos de Alberto Caeiro e os 90 de Fernando Namora.
Parte do resultado, está exposto no átrio e na parede exterior
da sala polivalente da Biblioteca Municipal.
Obrigada a todos.

desamparados



De repente, numa semana, ficámos com as tarefas domésticas

TODAS por nossa conta...

A senhora que costuma fazer a limpeza semanal está com uma tendinite e a

mãe do PR, que nos costuma ajudar com a roupa, partiu um

pulso porque um tresloucado condutor qualquer a atropelou!

ODEIO ISTO!

"os dias felizes", Beckett pelo Teatro Meia Via - a não perder!