janelas

Fragmentos da Serra, fragmentos da nossa janela ou a serra pela lente de PR e palavras de Eduardo Bento






SERRA D’AIRE

Pura presença imóvel
mudando no seu ser a cada instante,
a cada instante criada pelo vento e pela luz.

Baleia distendida pela tarde,
onda,
nuvem de pedra
onde o sol e a sombra se conjugam
E a linha pura do horizonte
Se molda à urze e ao silêncio.

Grito de pedra
Que se alonga nos braços do poente
e eis a noite

4 comentários:

graça martins disse...

"Eu tive em meu olhar a linha pura
da serra que cortava o horizonte
e a árvore, e a fonte e as tuas mãos
que abrindo o dia,
me deixavam olhar o vento,
sentir a leveza do tempo
e do silêncio"

Do livro "O nevoeiro dos dias" do Eduardo que hoje me escreveu a dedicatória. Lindo este Eduardo e uma serra encantatória captada por uma "janela" TÃO ESPECIAL.
bjs
g

Anónimo disse...

o grande cetáceo adormecido. está lá sempre. é o que temos de mais garantido. bjs.jss

Remus disse...

Com fragmentos destes, ficamos com mais vontade de conhecer a serra por inteiro.

Dylan disse...

Um local que mal conheço mas que prometo averiguar o mais rapidamente possível.